segunda-feira, 2 de agosto de 2010

OPA ao Finibanco

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O Finibanco foi alvo de uma Oferta Publica de Aquisição por parte do Montepio. Esta oferta foi lançada na passada sexta-feira, um dia depois da CMVM ter fechado a negociação dos títulos por suspeita de informação privilegiada quanto a esta OPA. Nesse dia a cotação já subia mais de 14% a meio da sessão, antes da CMVM ter fechado a negociação, com o volume de acções transaccionadas a ser superior em 4 vezes ao volume das sessões anteriores.
No dia de hoje e depois da CMVM ter reaberta a negociação, as acções do Finibanco abriram a cotar num valor muito superior ao do último fecho. Os títulos começaram a negociar nos 1,91€, bem acima dos 1,48€ do último fecho, impedindo assim os investidores de negociarem num grande intervalo de preços. O fecho da sessão foi abaixo do valor da abertura, uma descida que não comprometeu a grande valorização de 28,38%, num dia com um volume de negociação superior em 57 vezes à média das últimas 250 sessões.

Os títulos do Finibanco estão a negociar próximo da oferta lançada pelo Montepio de 1,95€, depois da subida de hoje. Esta aproximação deixa assim de lado novas subidas semelhantes à de hoje para as próximas sessões, se as condições da OPA se mantiverem.
As acções do Finibanco apresentam uma liquidez bastante baixa o que faz com que muito investidores se afastem do título o que provoca uma falta de conhecimento sobre o mesmo. Esta OPA não irá alterar a situação e apesar das fortes subidas das últimas duas sessões, o futuro do Finibanco em bolsa é uma incógnita e por isso esta acção irá continuar a não satisfazer os ideais da maioria dos pequenos investidores nacionais.

Tecnicamente a acção encontra-se com uma tendência descendente no médio-prazo, mas nas próximas sessões este aspecto não irá ser relevante devido à histeria do mercado nestas alturas.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Jerónimo Martins Novamente em Máximos

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A Jerónimo Martins continua a ser das acções que mais alegrias dão aos investidores. Em Fevereiro de 2009 os títulos da empresa começaram um caminho ascendente e desde então não pararam, fazendo sucessivos máximos históricos. Nesta altura as acções estão a cotar 8,32€, acima do anterior máximo histórico de 8,312€, feito no passado mês de Abril, o que representa uma valorização superior a 160% desde o início das subidas.

Nestes últimos dias as acções da Jerónimo Martins têm sido ajudadas por uma série de notícias positivas para a empresa. No dia em que a empresa realizou um novo máximo histórico em bolsa, o Santander considerou a empresa como a preferida do sector a nível Europeu, fazendo com que fossem emitidos novos "price-targets" por parte do Santander e BCP. São os dados positivos que surgem sobre os negócios da Jerónimo Martins, um dos impulsionadores desta caminhada ascendente das acções da empresa.

Como a cotação da empresa se encontra em máximos não existem zonas de resistência no caminho da acção. Desta forma uma estratégia de entrada e saída do título tem dificuldades em ser traçada, fazendo com que uma venda possa ser feita antecipadamente com a continuação do caminho ascendente da acção ou tardiamente caso os títulos nunca cheguem ao valor alvo.
No curto-prazo, uma linha ascendente foi formada e poderá ser usada para determinar uma zona de saída da acção, isto é um "stop-loss".Os títulos da Jerónimo Martins encontram-se com uma tendência ascendente em todos os horizontes temporais, fazendo assim desta acção uma das melhores para se negociar na bolsa nacional.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Calendário de Apresentação de Resultados

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A época de apresentações de resultados referentes ao segundo trimestre de 2010 vai começar amanhã (quinta-feira), e a primeira empresa a anunciar os seus resultados será o BPI.
Em seguida encontram-se as datas das apresentações de resultados para diversas empresas cotadas na bolsa nacional.

22 Julho - BPI
26 Julho - BES
27 Julho - REN
28 Julho - BCP
28 Julho - Jerónimo Martins
28 Julho - Brisa
29 Julho - Sonae Indústria
29 Julho - EDP
30 Julho - ZON
30 Julho - Sonaecom
30 Julho - Portucel
30 Julho - Galp
5 Agosto - Portugal Telecom
17 Agosto - Cimpor
25 Agosto - Altri
27 Agosto - Semapa
27 Agosto - Sonae
30 Agosto - Inapa
31 Agosto - Mota-Engil

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Venda Portucel

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As acções da Portucel que tinham sido adquiridas na passada semana, foram vendidas durante a sessão de hoje devido à activação do "stop-loss" colocado inicialmente. A venda foi realizada ao preço de 2,04€ e as perdas do negócio ficaram no 57,50€ (-5,34%).
As acções da Portucel estiveram em destaque durante a sessão de hoje, estando mesmo no topo das subidas de hoje do Psi-20. Apesar do fecho da acção ter sido superior ao "stop-loss" colocado, os títulos da empresa apresentavam nestes últimos dias alguma resistência à subida, dando um sinal de fraqueza no curto-prazo e por isso a venda dos títulos foi a melhor opção.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Concorda com o Veto do Estado à Oferta do Telefónica sobre a Participação da PT na Vivo?

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Esta foi a sondagem que esteve a votação no blog. Os resultados foram os seguintes:



Este era um resultado esperado, colocando os investidores divididos sobre as ofertas estrangeiras a empresas nacionais. Por um lado encontram-se os investidores que observam o mercado de uma forma muito racional, compreendendo a suas regras de bom funcionamento, mas desprezando o funcionamento interno das empresas ou o patriotismo empresarial. No outro lado estão aqueles que vêem com alguma relutância a entrada de capitais estrangeiros no interior do país, nomeadamente em posições de empresas Portuguesas e estão preocupados com o futuro e crescimento das empresas nacionais.

O veto do estado à oferta feita pela Telefónica já foi condenado pelo Tribunal Europeu de Justiça, deixando claro que a posição tomada é ilegal.
Neste momento ocorrem negociações para decidir sobre a oferta da Telefónica, que apenas é válida até ao final do dia de amanhã.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Compra Portucel e Jerónimo Martins

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No final da semana a carteira BolsaLisboa voltou às compras adquirindo títulos da Portucel e da Jerónimo Martins na abertura da sessão.

Foi aberta uma posição com 500 acções da Portucel ao preço unitário de 2,155€. As acções da Portucel têm traçado um caminho ascendente de curto-prazo, com consecutivos máximos e mínimos relativos mais altos que os anteriores, abrindo assim caminho para atingir os máximos dos últimos dois anos. O "stop-loss" nos títulos da Portucel foi colocado nos 2,04€, um pouco abaixo do mínimo relativo feito no início da semana.

Foram 350 os títulos adquiridos da Jerónimo Martins, ao preço unitário de 8,026€. Esta é uma das acções com melhor desempenho no Psi-20 quando o mercado se encontra em queda e por isso uma posição na empresa tem um risco moderado. Nas últimas semanas os títulos da empresa estavam a traçar um cenário lateral, sem movimentos de relevo, mas as ultimas 3 sessões quebraram esse rumo e poderão levar os títulos para novos máximos absolutos. O "stop-loss" nos 7,70€, 4% abaixo do preço de entrada.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

27º Mês da Carteira BolsaLisboa

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Apesar da bolsa nacional estar a subir e durante este 27º mês de existência da carteira BolsaLisboa, ter subido mais de 7%, a carteira continua sem realizar qualquer negócio. O Psi-20 encontra-se numa zona de decisões, perto da resistência de curto-prazo dos 7500 pontos. Alguns títulos da bolsa nacional já se encontram a dar sinais de alta, apesar do principal índice da bolsa nacional ainda não ter confirmado este movimento, retardando assim as possíveis compras para a Carteira BolsaLisboa.

Durante este 27º mês, o Psi-20 subiu 7,13% e o Psi Geral subiu 7,32%, deixando para trás a carteira com uma variação nula.



quinta-feira, 1 de julho de 2010

Oferta da Telefónica Anima PT

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A oferta da Telefónica sobre a participação da Portugal Telecom na Vivo ficou marcada pelo veto do governo através da golden-share. Esta intervenção do estado foi contra os 74% de accionistas que aprovaram a venda da participação e por isso está a ser vista com maus olhos tanto por parte dos accionistas como por parte de todo o mundo financeiro.
Esta medida do estado poderá ir de encontro os melhores interesses de Portugal e da própria PT, mas coloca um grande travão na liberdade do funcionamento do mercado de capitais e nos direitos dos accionistas.
A assembleia geral mostrou a intenção do núcleo duro dos accionistas e o provável desfecho desta oferta.

Desde o dia do lançamento da oferta por parte da Telefónica, as acções da Portugal Telecom subiram mais de 19%, com uma elevada volatilidade devido às reacções da cotação às diversas noticias que surgem.
Estes movimentos são bons para os especuladores, criando assim oportunidades de negócio no mercado. Este tipo de investidores aproveita assim os fortes movimentos da cotação para conseguir alienar mais valias e não estão interessados no resultado final da operação ou nas consequências que isso possa trazer para as empresas.
No entanto os accionistas de títulos da PT numa óptica de longo-prazo poderão não gostar da intenção dos grandes accionistas da empresa. Para estes a venda da participação poderá vir a dar um grande dividendo, como se espera, mas a manutenção da participação poderia levar a uma maior crescimento do grupo PT no longo-prazo que se traduzia numa valorização da cotação neste prazo.

A Portugal Telecom representa 17,22% do Psi-20. Esta grande percentagem de representação faz com que os movimentos da cotação da empresa tenham um grande reflexo nos movimentos do Psi-20. Apesar disso no mesmo período onde a PT subiu mais de 19%, o Psi-20 apenas valorizou 4,2%, o que mostra que a bolsa nacional tem andado um pouco em contra-ciclo com os movimentos das acções da PT.
Se a oferta não correr bem ou se existir qualquer entrave à venda, a cotação da PT poderá incorrer em fortes quedas que levarão a bolsa nacional por arrasto. Estas quedas iriam assim anular os ganhos da PT durante este período da oferta da Telefónica.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Bolsa mais Animada

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Depois de algumas semanas de poucas movimentações na bolsa nacional, a agitação voltou com alguma volatilidade. Este pequeno sobe-e-desce que se têm feito sentir nos últimos dias, que não é mais do que um funcionamento regular do mercado, dá maiores oportunidades aos investidores de entrarem nos títulos e atingirem os objectivos a que se propõem. Desta forma minimizam-se as situações do accionista que pretende negociar ou está dentro de um título que não se move, deixando cair o seu ânimo face ao mercado.

O Psi-20 desde o dia 9 de Junho que protagonizou uma subida forte. Começou na zona dos 6800 pontos e só parou nos 7500 pontos, no dia 21 de Junho, representando uma subida superior a 15%. A zona dos 7500 pontos onde a subida foi "travada" já tinha sido zona de inversão duas vezes durante o mês de Maio, estando-se a formar ali uma zona de resistência. Esta será assim a barreira que o Psi-20 terá de enfrentar para continuar com as subidas de curto prazo.
O baixo volume de negociação que se fez sentir durante toda a subida e inclusive durante as sessões negativas dos últimos dias foi o reflexo de algumas semanas de monotonia da bolsa nacional, que ainda não se recompôs. Este baixo volume, típico de recuperações numa tendência descendente tal como a que aconteceu entre Fevereiro e Abril deste ano, não deixa que se atribua um grande significado, numa perspectiva de movimentos futuros, tanto à subida que marcou a bolsa nacional na últimas semanas como à zona de resistência que foi formada.

No médio prazo o Psi-20 encontra-se claramente em queda e qualquer entrada neste horizonte temporal é desaconselhada. Uma quebra da recente zona de resistência nos 7500 pontos deixa um caminho aberto até ao máximo relativo anterior, atingido no mês de Abril nos 8350 pontos. Esta é a zona onde poderão ocorrer as decisões quanto a uma mudança da tendência neste prazo.

terça-feira, 8 de junho de 2010

26º Mês da Carteira BolsaLisboa

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Os últimos 30 dias foram dias sem qualquer negócio na carteira do blog, onde esta esteve 100% líquida. Depois do início deste período de quedas dos últimos dois meses, todas as posições da carteira foram fechadas por sinais técnicos de relevo que quebraram o optimismo quanto a um cenário de subidas na bolsa nacional. Como consequência a carteira BolsaLisboa esteve ausente do mercado, tentando fugir a possíveis quedas que desvalorizam o capital da mesma.

Para o mesmo período o Psi-20 subiu 3,69% e o Psi Geral valorizou 4,53%, enquanto que a carteira ficou sem qualquer variação de capital.