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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Valer menos que os capitais próprios

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Há 15 empresas no conjunto das 54 cotadas na bolsa portuguesa que merecem um valor de mercado - capitalização bolsista - inferior aos seus capitais próprios, a diferença entre os seus activos e as suas dívidas. Entre as empresas mais conhecidas deste grupo estão a Sonae Indústria , Sonaecom, Sonae Capital, Corticeira Amorim, Inapa, Teixeira Duarte, Impresa e Banif. E as duas SAD, a do Sporting e do FCPorto. A informação que esta relação entre o valor de mercado é inferior ao valor contabilístico é terrível. Revela que os investidores não acreditam nos números do balanço - consideram que, ou as dívidas são superiores ou o valor do património/activos é inferior. Ainda mais grave, é revelar que o mercado não acredita nas capacidades dessas empresas criarem, a curto prazo, valor que anule o excesso de dívida ou a desvalorização dos seus activos.
(fonte: Jornal de Negócios)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Psi-20 cai 2,5% para mínimos de dois anos

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Ontem foi mais um dia negro na bolsa nacional. O quinto consecutivo. O Psi-20 chegou a perder mais de 3% ao longo da sessão e negociou, novamente, em mínimos de Junho de 2006, abaixo dos 9300 pontos. Dos 20 títulos, apenas dois encerraram em terreno positivo e 12 registaram mínimos de, pelo menos 52 semanas.
A bolsa nacional recuou para os 9.344,09 pontos, tendo chegado a perder 3,71% para negociar nos 9,227,87 pontos, o nível mais baixo desde Junho de 2006, com 16 títulos a cair, dois a subir e dois inalterados. A queda da bolsa é explicada pela fuga dos investidores estrangeiros do mercado nacional numa altura em que todas as empresas acumulam perdas. "Os investidores estrangeiros estão a sair de Portugal", explicou um operador ao Jornal de Negócios. "Estão a perder muito dinheiro em todas as empresas em Portugal", acrescentou explicando que "não se justifica estar a apostar num país tão pequeno, dependente da Europa, numa altura em que os sinais economicos são muito fracos e as perspectivas de resultados negativas".
Todos os títulos do sector bancário atingiram mínimos de, pelo menos 52 semanas. O BCP recuou 2,26% para os 1,515 euros, tendo chegado a perder 4,84% para um mínimo de 1,475 euros. O BES perdeu 1,64% para os 10,48 euros e chegou a tocar nos 10,295 euros, apesar da instituição continuar a ser a preferida da KBW no sector financeiro português. Ainda assim, a KBW sublinha que os títulos do banco ainda " não estão atractivos o suficiente". O BPI recuou 2% para os 2,70 euros e o Banif caiu 3,06% para os 1,90 euros. O BPI e o Banif também registaram mínimos de, respectivamente, 2,605 e 1,85 euros.
A Brisa chegou a perder perto de 10%, e a negociar em mínimos de Julho de 2006 (7,83 euros), depois da Merrill Lynch ter cortado a recomendação da empresa para "underweight" e o preço alvo para os 8,40 euros. A Brisa encerrou a perder 6,21% para os 8,15 euros.
No sector da construção, a Teixeira Duarte perdeu 0,9% para os 1,10 euros e chegou a negociar nos 1,02 euros, o valor mais baixo em mais de 52 semanas. A Mota-Engil caiu 3,70% para os 4,68 euros e a Soares da Costa encerrou inalterada nos 1,45 euros. A Semapa foi uma das duas empresas que fechou em terreno positivo, ao ganhar 0,88%.

( fonte: Jornal de Negócios )

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Bolsa de Lisboa segue Europa em novo dia negativo

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A bolsa nacional acompanhou ontem as fortes perdas das principais praças europeias. O psi-20 afundou 1,41% encerrando com 16 títulos em terreno negativo. A Jerónimo Martins, a Brisa e a Semapa foram as únicas empresas que valorizaram.
O Psi-20 encerrou a cotar nos 10.390,54 pontos, com 16 títulos em queda, três a subir e um inalterado. O índice Português acompanhou as fortes perdas nas bolsas europeias num dia em que o índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 50 perdeu 1,31%, sendo o sector petrolífero aquele que mais penalizou.
A EDP foi a acção que mais pressionou o Psi-20 encerrando com uma queda de 3,23% para os 3,90 euros. A eléctrica foi penalizada pela desvalorização da EDP Renováveis no dia da estreia em bolsa. O sentimento negativo condicionou a negociação da Renováveis, que iniciou a sessão a cotar nos oito euros por acção e encerrou a perder 4,37% para os 7,65 euros.
Ainda no sector energético, a Galp desvalorizou 1,89% para os 16,12 euros, a acompanhar o sector europeu, numa altura em que o petróleo cai mais de 1% em Londres e Nova Iorque, negociando abaixo dos 123 dólares por barril.
A Portugal Telecom foi o segundo titulo que mais pressionou a bolsa com uma queda de 1,65% para os 7,75 euros. Ainda no sector das telecomunicações, a Sonaecom perdeu 0,67% para os 2,21 euros e a Zon Multimédia desceu 1,19% para os 6,67 euros.
O sector da banca atenuou as quedas no final da sessão. O BCP liderou as descidas com uma desvalorização de 1,56% para os 1,575 euros. O BPI perdeu 0,16% para os 3,065 euros, numa sessão em que os direitos do aumento de capital afundaram 9,09%. O BES desceu 0,92% para os 11,295 euros.
Fora do Psi-20, o Banif ajustou ao aumento de capital, com as acções a cotarem nos 2,21 euros.
Pela positiva destaque para a Jerónimo Martins, que subiu 0,62% para os 4,88 euros, a Brisa avançou 0,11% para os 9,29 euros e a Semapa ganhou 0,46% para os 8,82 euros.
A Martifer, que esteve parte da sessão em terreno positivo, acabou por encerrar a descer 0,13% para os 7,73 euros. A UBS avaliou ontem a Martifer em 9,50 euros, com uma recomendação de "comprar".
( fonte: Jornal de Negócios)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Psi-20 sobe mais de 1% com BES e PT em alta

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A bolsa nacional encerrou a sessão a valorizar impulsionada pela Portugal Telecom e pelo Banco Espírito Santo. O Psi-20 acompanhou o sentimento positivo vivido na Europa ao avançar 1,68%.
O principal índice da bolsa nacional fechou a sessão a cotar nos 11.101,18 pontos, com 16 títulos a subir, três a perder e um inalterado.
Os títulos da PT foram os que mais impulsionaram a bolsa nacional ao avançarem 2,62% para os 7,825 euros. A PT, que apresenta resultados na próxima quinta-feira, acompanhou o sector na Europa, que foi alvo de uma recomendação positiva por parte da JPMorgan.
Também o BES contribuiu para a valorização o índice nacional ao valorizar 3,15% para os 12,60 euros. O Banco Comercial Português ganhou 0,28% para os 1,81 euros e o BPI avançou 2,33% para encerrar nos 3,735 euros.
A Energias de Portugal valorizou 1,72% para os 4,13 euros e a Galp Energia fechou a sessão de hoje a valorizar pela primeira vez em seis sessões. A petrolífera ganhou 0,84% para os 15,69 euros e a REN avançou 0,73% para os 3,45 euros, apesar de ter divulgado uma queda de 35,2% nos lucros do primeiro trimestre, já após o fecho do mercado.
No grupo Sonae, a SGPS avançou 0,87%, apesar da JPMorgan ter cortado o preço-alvo da empresa em mais de 30%, para 1,23 euros por acção. O banco de investimento reduziu a recomendação de "overweight" para "neutral", considerando que a Sonae Distribuição tem uma margem de crescimento limitada.
A Sonaecom valorizou 4,04% para os 2,32 euros, depois da UBS anunciar que espera bons resultados no primeiro trimestre para a empresa, com os lucros a totalizarem dois milhões de euros, contra prejuízos de seis milhões de euros em período homologo.
A Zon encerrou a sessão a valorizar 2,45% para os 8,79 euros mesmo depois do Caixa BI avançar que a empresa deverá apresentar resultados líquidos trimestrais idênticos aos obtidos no período homologo de 2007. Porém, o banco de investimento aponta para um crescimento de mais de 8% nas receitas da dona da TV Cabo.
A Portucel foi quem mais pressionou o Psi-20, ao cair 0,41% para os 2,42 euros. O desempenho dos resultados trimestrais, apresentados na ultima quarta-feira, foi mais baixo que o previsto.
(in Jornal de Negócios)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

"Pesos pesados" levam Lisboa a subir quase 2%

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A bolsa nacional fechou ontem a valorizar, impulsionada pela Portugal Telecom, pelo Banco Comercial Português e pelas Energias de Portugal. Com um ganho de 1,89%, o PSI-20 liderou as subidas a nível europeu, numa sessão em que a maior operadora de telecomunicações portuguesa e a Zon dispararam mais de 5%. O principal índice da bolsa nacional fechou nos 10.871,57 pontos, com 14 acções a subir e seis em queda. A Portugal Telecom fechou a subir 5,37% para os 7,845, a recuperar das fortes quedas de sessões recentes, com os investidores a aplaudirem as novidades divulgadas ontem relativamente à oferta da televisão por satélite. As acções da operadora liderada por Zienal Bava chegaram a avançar 8,26% para os 8,06 euros. Este valor é o mais elevado desde 10 de Março. A forte subida de hoje reduziu as perdas da PT em 2008 para 12%.
No sector da banca, o sentimento também foi positivo, com o Banco Comercial Português a subir 1,62% para os 2,195 euros. O Banco Espírito Santo apreciou 2,84% para os 11,58 euros e o Banco BPI somou 1,91% para os 3,465 euros.
A Lisbon Brokers subiu a recomendação da EDP para "forte compra" de "comprar" e as acções da eléctrica reagiram em alta de 1,54% para os 3,95 euros. No sector energético, a Galp Energia, que foi alvo de uma revisão em alta pelo CaixaBi, subiu 1,38% para os 15,48 euros, enquanto a REN avançou 0,29% para os 3,50 euros.
Para além da valorização expressiva da PT, destacou-se também a Zon, que apreciou 5,54% para os 7,62 euros, depois de ter disparado mais de 9%, recuperando, desta forma, da queda de ontem e beneficiando da operação de compra de acções próprias. Para além disso, a Goldman Sachs subiu o preço-alvo da empresa de 8,10 para 8,20 euros. A Sonae Capital apreciou 2,80% para os 1,47 euros. Os analistas são unânimes que o facto da Sonae Capital ter vendido 50% da Choice Car é positivo para a empresa, já que lhe permite concentrar-se no seu negocio principal. Fora do Psi-20, de sublinhar as acções da Inapa, que subiram 7,06% para os 0,91 euros, depois de uma nota de investimento do Caixa Bi ter sublinhado que esta empresa é um alvo preferencial de OPA no médio-prazo. A travar maiores ganhos esteve hoje a Brisa, com uma queda de 0,87% para os 9,16 euros.
(in Jornal de Negócios)

segunda-feira, 31 de março de 2008

PT e BCP impulsionam bolsa nacional

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A praça de Lisboa encerrou a ultima sessão da semana em terreno positivo, contrariando o sentimento das congéneres europeias, com a PT e o BCP a suportarem o ganho de 0,76% do PSI-20. O principal índice da bolsa Portuguesa subiu para os 10.546,07 pontos, com 12 cotadas em alta, seis em queda e duas estáveis, num dia que voltou a ser de perdas entre as principais praças europeias devido aos receios de que o abrandamento económico penalize os resultados das empresas. A bolsa portuguesa terminou a semana em terreno positivo pela primeira vez desde 15 de Fevereiro, tendo acumulado um ganho de 4,94% em apenas 4 dias. Dando continuidade à tendência de recuperação iniciada nas ultimas semanas, a PT valorizou 2,23% para os 7,565 euros. A operadora realizou a assembleia geral de accionistas, momento a partir do qual Henrique Granadeiro passou a "chairman" da empresa, passando o lugar de presidente executivo a ser ocupado por Zeinal Bava. Também o BCP contribuiu para a boa performance da bolsa nacional, terminando a semana a valer 2,07 euros, o que representa uma subida de 2,22%, tendo registado um forte volume de negociação. A semana passada a Sonangol anunciou o seu reforço de posição no capital do maior banco privado nacional, enquanto que o banco espanhol Sabadell referiu que vai acompanhar a operação de aumento de capital. Ainda no sector da banca, apenas o BES não fechou em alta, tendo recuado 0,09% para os 11,01 euros, enquanto o BPI avançou 1,05% para os 3,355 euros. A instituição conduzida por Ricardo Salgado anunciou quinta-feira, ao inicio do dia, que ia emitir 550 milhões de euros em obrigações permutáveis por títulos da EDP. No entanto, ao final do dia, comunicou a sua decisão de adiar esta operação devido às "condições adversas do mercado". A Teixeira Duarte atenuou os fortes ganhos registados no inicio da sessão em que chegou a apreciar 4,49%. As acções da construtora terminaram a sessão com uma valorização de 0,64% para os 1,57 euros. Na semana foi o título que registou a maior valorização, com um ganho de 18,05%.
(in Jornal de Negócios)

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Psi-20 afunda 6% com todos os títulos em baixa

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A praça lisboeta acentuou a tendência negativa no fecho da sessão e encerrou a perder quase 6%, em mínimos de Dezembro de 2006, com todas as cotadas a desvalorizarem e a generalidade com perdas superiores a 4%. O sector financeiro volta a ser o mais penalizado, com BCP, BPI e o BES a afundarem mais de 7%.
O Psi-20 desceu 5,83% para os 10.823,12 pontos, o valor mais baixo desde Dezembro de 2006. O índice acompanhou a tendência negativa dos mercados internacionais que foram ontem penalizados por receios de recessão nos Estado Unidos.
Em Lisboa, o BCP destacou-se ao negociar em mínimos de Dezembro de 2005, com uma queda de 12,24%, a cotar nos 2,08 euros, apesar de terem sido revelados os resultados de 2007 do Bank Millenium, que cresceram 53,3%. A tendência negativa foi seguida pelos restantes títulos do sector, com o BPI a perder 6,31% para os 3,86 euros, negociando em mínimos de mais de 2 anos, e o BES a cotar nos 11,65 euros, depois de ter tocado num mínimo de Agosto de 2006. Fora do Psi-20, o Banif caiu 6,25% para os 2,85 euros.
Além da banca, destaque para o sector energético, com a Galp a perder 4,55% para os 13,65 euros. A EDP acompanhou a movimentação a ceder 4,77% para os 3,99 euros, apesar da UBS ter revisto em alta a avaliação das acções da eléctrica para os 5,10 euros.
No grupo Sonae, a "holding" Sonae SGPS perdeu 4,88% para 1,17 euros, tendo fixado um novo mínimo de 2006. A Sonae Indústria perdeu 6,28% para 4,48 euros, enquanto a Sonaecom recuou 4,49% para cotar nos 2,34 euros. Ainda nas telecomunicações, a PTM registou uma desvalorização de 3,39% para os 8,83 euros, enquanto a PT, um título que tem funcionado com refúgio para os investidores, neste início de ano, perdeu 4,96% para ser negociada nos 8,82 euros por acção.
A Mota-Engil encerrou a perder 6,67% para os 3,92 euros, tendo atingido o valo mais baixo desde Fevereiro de 2006. A Soares da Costa desceu 14,71% para os 1,45 euros. No sector da construção, a Teixeira Duarte liderou as quedas ao perder 10,29% para os 1,22 euros, tendo fixado também um novo mínimo. Nota ainda para a Martifer que atingiu o valor mais baixo desde que está em bolsa, ao cotar nos 5,75 euros. Acabou a sessão a perder 4,07% para os 5,90 euros.

(in Jornal de Negócios)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

E ao quinto dia a Bolsa de Lisboa subiu

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O mercado accionista português fechou em terreno positivo pela primeira vez este ano 0,38%, animado pelas fortes valorizações dos pesos pesados Portugal Telecom e Millenium BCP, enquanto várias cotadas recuperaram dos minimos registados nas últimas sessões. Em sentido contrário encerraram a Galp e a EDP.
O Psi20 avançou para os 12.636,55 pontos, com 12 títulos em alta, sete em queda e um estável, em sintonia com as congéneres europeias que beneficiaram dos ganhos das empresas produtoras de metais. Depois de ter encerrado a descer mais de 1% nas últimas 5 sessões, o Millenium BCP subiu 2,23% para os 2,75 euros. Ontem decorreu uma reunião do Concelho Superior do maior banco privado nacional para avaliar as listas concorrentes à liderança do banco. O BES e o BPI acompanharam esta tendência, com a instituição liderada por Ricardo Salgado a avançar 1,11% para os 14,58 euros, o BPI recuperou do mínimo desde Março de 2006 nos 4,81 euros e subiu 0,20% para os 4,91 euros.
Já o Banif recuou 1,51% para os 3,91 euros, o valor mais baixo desde Maio de 2006. A Portugal Telecom manteve a tendência de valorização da sessão anterior e ganhou 2,32% para os 9,27 euros. O Crédit Suisse manteve a redução de 17,8% no "price target" da operadora que "anunciou" no início de Dezembro último, quando avaliou a PT em 8,70 euros contra os anteriores 10,25 euros.
Para a Sonaecom, a mesma casa de investimento apresenta um preço alvo de 3,5o euros uma recomendação de "neutral". A empresa liderada por Ângelo Paupério desceu 0,64% para os 3,10 euros.
As maiores valorizações da sessão de hoje foram protagonizadas por títulos que tocaram mínimos de mais de 52 semanas nas últimas sessões. Foi o caso da Semapa que apreciou 3,16% para os 8,50 euros, da Impresa que somou 1,69% para os 1,80 euros depois de ter tocado um mínimo desde Dezembro de 2003 nos 1,72 euros, e da Sonae Indústria que avançou 2,76% para os 5,96 euros, depois de ter chegado a disparar 8,28%. A REN, que na segunda-feira completou 10 sessões consecutivas sem ganhos, subiu 1,48% para os 3,42 euros. A Galp perdeu 2,62% para os 15,97 euros, assumindo-se como a maior desvalorização do Psi20.

( in Jornal de Negócios)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Psi-20 em queda

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" A bolsa portuguesa fechou em queda, em linha com as congéneres europeias, com os pesos-pesados da praça nacional a pressionarem o índice. O PSI-20 caiu 0,59% num dia em que a Ren e a Impresa contrariaram a tendência negativa da sessão.
O PSI-20 desceu para os 13.014,51 pontos, com 14 títulos em queda, dois em alta e quatro estáveis. Os principais índices europeus encerraram em baixa no dia em que a Morgan Stanley, segunda maior casa de investimento de Wall Street, anunciou um prejuízo de 3,56 mil milhões de dólares no quarto trimestre de 2007.
Em Portugal, a Galp Energia continuou o movimento de correcção iniciado na sessão de terça-feira e desceu 0,30% para os 16,62 euros, após ter beneficiado das expectativas de novas descobertas petrolíferas em Tupi.
As Energias de Portugal perdeu 1,53% para os 4,51 euros, pressionada pela revisão em baixa da recomendação do Citigroup de "comprar" para "manter", deixando inalterado o preço-alvo nos 4,60 euros. Depois do fecho a eléctrica nacional anunciou uma aquisição na Polónia no negócio das energias renováveis.
A Portugal Telecom inverteu para terreno negativo e perdeu 0,43% para os 9,18 euros. Nos títulos da banca, todos contribuíram para as perdas. O BPI cedeu 0,74% para os 5,38 euros, o BCP desceu 0,67% para os 2,97 euros, o BES caiu 0,32% para os 15,40 euros.
A REN e a Impresa travaram maiores perdas e subiram, respectivamente, 0,82% para os 3,70 euros e 0,45% para os 2,22 euros.
A Brisa que, anunciou que vai ceder uma carteira de créditos futuros à sociedade de titularização de créditos Tagus, correspondentes a taxas de portagem a cobrar nas auto-estradas de que é concessionária, no valor de 400 milhões de euros, desvalorizou 0,10% para os 10,06 euros.
Fora do PSI-20, a Pararede fechou inalterada nos 0,17 euros, depois de ter fixado um mínimo desde Junho de 2003 nos 0,16 euros, enquanto as acções da Benfica SAD subiram 0,81% para os 2,48 euros e fixaram um mínimo histórico nos 2,40 euros. A SAG, que paga a partir de hoje o dividendo intercalar, avançou 3,51% para os 2,95 euros, um máximo desde Março de 2000."

(in Jornal de Negócios)