quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Venda Sonaecom

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As fortes quedas registadas na sessão de hoje na bolsa nacional, tiveram como consequência a activação do "stop-loss" definido para as acções da Sonaecom, da carteira BolsaLisboa. Os títulos foram vendidos a 1,77€, representado uma desvalorização no negócio de 1,67% e uma perda de 18€ na carteira.

Movimentos Carteira BolsaLisboa

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Venda Jerónimo Martins

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As 160 acções da Jerónimo Martins que estavam na posse da carteira BolsaLisboa foram vendidas na sessão de hoje ao preço unitário de 7,08€. Apesar da Jerónimo Martins não apresentar sinais de uma mudança na tendência de alta de curto-prazo, o objectivo da posição foi satisfeito, com as condições colocadas inicialmente e os títulos foram vendidos.
O negócio obteve uma valorização de 3,36% e um ganho para a carteira de 36,80€.

Movimentos da Carteira BolsaLisboa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Janeiro Negativo na Bolsa Nacional

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Desde o mês de Fevereiro de 2009 que a bolsa nacional não tinha um mês com uma queda tão acentuada. O Psi-20 caiu 6,3% e o Psi-Geral 5,8%, num mês marcado pela instabilidade macroeconómica na Europa.
A melhor prestação, dentro do principal índice da bolsa nacional foi para a Altri, que acumulou uma subida de 5,33%. O recorde de produção registado no ano de 2009 e a consequente perspectiva de bons resultados, foi um dos catalisadores da subida para o título. Por outro lado a pior prestação vai para a construtora Mota-Engil, com uma desvalorização de 16,7%.

A volatilidade durante o passado mês foi bastante inferior ao registado em Janeiro de 2009, apesar da amplitude entre o máximo e o mínimo ser maior, sínonimo do clima de expectativa que se vive nos investidores em relação à direcção a tomar pelos mercados.
O título que mais peso perdeu no Psi-20 foi o que apresenta o maior peso, a Portugal Telecom. No mês de Janeiro a PT perdeu quase 1% do seu peso no Psi-20, tal como têm sido hábito nos últimos meses, passando agora a representar 14,29% do índice. A acção que mais aumentou a sua importância no Psi-20 foi a Jerónimo Martins, fruto da sua tendência de alta, destacada da generalidade das acções nacionais.

A quantidade de acções negociadas aumentou em relação ao período homólogo consequência do mês de Janeiro de 2009 ser dos últimos meses de fortes quedas nos mercados Europeus, onde os investidores estavam afastados dos mercados à espera de melhores dias para os investimentos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Compra Sonaecom e Jerónimo Martins

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No início da sessão de hoje foram adquiridas 600 acções da Sonaecom e 160 acções da Jerónimo Martins, respectivamente ao preço unitário de 1,80€ e 6,85€. Estas compras tem um grau de risco superior ao normal na carteira BolsaLisboa, devido à recente quebra de um anterior mínimo relativo na bolsa nacional, o que poderá indicar o inicio de um tendência descendente, fazendo com que estes negócios possam estar a ser feitos contra a tendência que se começa a formar.

A compra dos títulos da Sonaecom surge depois de um teste à linha de tendência ascendente, que vem suportando a cotação nos últimos 9 meses. O objectivo deste negocio será chegar até a zona de resistência nos 2,06€ para proceder à venda das acções. O "stop-loss" acompanhará a linha de tendência ascendente e dessa forma não será fixo, situando-se agora nos 1,77€.



Na Jerónimo Martins a compra das acções foi efectuada depois da aproximação ao suporte nos 6,50€, com os títulos da empresa a reagirem de uma forma positiva. Esta negocio terá uma relação rentabilidade/risco bastante baixa porque o objectivo do mesmo será chegar a uma zona bastante negociada no passado recente nos 7,06€, mas o "stop-loss" ficará colocado abaixo do suporte, nos 6,45€, mostrando assim que a valorização do negocio obtida no objectivo final será menor que a perda obtida no caso da activação do "stop".



Volto a relembrar que estas duas compras de hoje apresentam um risco mais elevado que o normal da carteira do blog, em primeiro lugar para fazer cumprir um dos objectivos deste ano para a carteira que será aumentar o numero de negócios efectuados e também para não apresentar um elevado atraso face ao inicio de uma possível subida no Psi-20. Dai a baixa quantidade de capital colocada nestas duas empresas e os "stop's" mais apertado que o comum.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Inapa Entra - Teixeira Duarte Sai

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A revisão oficial no Psi-20 já foi comunicada e a Inapa vai mesmo substituir a Teixeira Duarte no principal índice da bolsa nacional, tal como já era esperado. Esta alteração será efectivada no dia 2 de Março.

Historicamente as acções que saem do Psi-20 e como é de esperar, perdem bastante volume de negociação, com a saída de grandes fundos que só investem em empresas do Psi-20, do seu capital. Esta saída também trás uma grande perda de visibilidade da empresa no mercado nacional porque as empresa pertencentes ao Psi-20 tem uma maior cobertura mediática e são alvo de um maior interesse por parte dos analistas e agências de rating, cobertura essa que as empresas de fora do Psi-20 pouco ou nada são sujeitas.
Uma perda de liquidez e consequentemente uma negociação mais difícil dos títulos, é outra das consequências desta despromoção da Teixeira Duarte.

A subida da Inapa e devido à sua mediatização nestes últimos dias, poderá não trazer um grande alento às acções da empresa. Com o mercado a estar já à espera desta "troca", muitos pequenos investidores interessados, já se encontram com posições na empresa, só faltando assim a entrada de possíveis grandes investidores, ou fundos.
A Inapa passará a ser a empresa com a cotação mais baixa do Psi-20, o que junto com a sua negociação apenas até à centésima de euro, dificulta a negociação dos títulos, aumentando a diferença mínima entre a oferta e a procura.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Batalha nos 8050 pontos

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O Psi-20 encontra-se a travar uma batalha na zona dos 8050 pontos. A sessão de hoje é já a quarta sessão consecutiva na qual o Psi-20 se encontra a negociar perto desta zona, correspondente ao último mínimo relativo feito no início de Dezembro passado.
Depois de se aproximar da resistência nos 8900 pontos, o principal índice nacional começou um movimento descendente, com uma elevada intensidade, trazendo a bolsa nacional para o vermelho durante 2 semanas, para atingir assim um mínimo dos últimos 4 meses de negociação.

A velocidade com que o Psi-20 desceu desde os 8900 pontos para os 8050 pontos e os elevados volumes de negociação durante essa mesma descida, poderão ditar uma quebra desta ultima zona nas próximas sessões. A divulgação dos dados macroeconómicos nacionais, poderão deixar os investidores com mais receios quanto a uma possível recuperação nos mercados, levando assim muitos para fora dos mercados, numa altura destas.

Apesar desta zona nos 8050 pontos não ser uma zona de suporte, nesta altura e com a negociação do Psi-20 nos últimos dias, começa a ganhar mais importância, devido ao elevado número de acções negociadas pelos investidores.
Se os 8050 pontos forem quebrados em baixa, uma aproximação rápida à zona de suporte, situada um pouco mais abaixo nos 7900 pontos, deverá ser feita rapidamente, ficando ai uma nova zona de decisões.
Se a reacção do Psi-20 aos 8050 pontos for positiva, poderá estar criado um canal de negociação, entre esta ultima zona e os 8900 pontos, definindo assim uma zona de negociação para uma tendência lateral que parece estar-se a criar nesse cenário.

Devido à falta de uma tendência bem definida no médio-prazo, na bolsa nacional, todas as entradas neste horizonte temporal terão um risco maior e assim torna-se ainda mais necessário um boa definição de uma estratégia de negócio.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Calendário de Apresentação de Resultados

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Ficam aqui as datas da apresentação de resultados de algumas empresas do Psi-20:

BCP - 10 Fevereiro
BES - 27 Janeiro
BPI - 29 Janeiro
Brisa - 24 Fevereiro
Cimpor - 3 Março
EDP - 4 Março
EDP Renováveis - 25 Fevereiro
Galp - 25 Fevereiro
Jerónimo Martins - 3 Março
Mota-Engil - 15 Março
Portucel - 2 Fevereiro
Portugal Telecom - 11 Fevereiro
REN - 26 Fevereiro
Semapa - 10 Março
Sonae - 17 Março
Sonaecom - 8 Março
Sonae Indústria - 24 Fevereiro

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Venda Galp

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As 250 acções da Galp que estavam na posse na carteira BolsaLisboa foram vendidas, pela activação do "stop-loss" ao preço unitário de 12,30€. A tendência de queda no curto-prazo, evidenciada pelas sessões negativas que a bolsa nacional tem acumulado nos últimos dias, fizeram com que os objectivos do negocio não fossem cumpridos, resultando assim numa perda de 86,25€ para a carteira do blog.

A reacção do Psi-20 à resistência nos 8900 pontos foi bastante forte, com o índice a cair mais de 6,5% na ultima semana. Como consequência a confiança dos investidores caiu bastante nestes últimos dias e assim a próxima semana será de decisões quanto ao andamento da bolsa nacional.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Venda EDP Renováveis

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As acções da EDP Renováveis, que estavam na posse da carteira BolsaLisboa, foram vendidas hoje durante a sessão, pela activação de um stop-loss nos 6,55€. A acção quebrou o seu suporte nos 6,69€, durante a sessão de hoje, com uma forte descida e um elevado volume de negociação. Este foi o título que teve o pior desempenho no dia de hoje, numa sessão marcada pelas fortes quedas.
O negócio foi fechado com uma desvalorização de 5,33% e uma perda para a carteira do blog de 158,67€.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cimpor a Ferver

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Nestas últimas semanas a Cimpor tem sido alvo de vários interesses por parte de empresas Brasileiras.
Tudo começou com a OPA lançada pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) a todo o capital da Cimpor, a um preço por acção de 5,75€. O objectivo da empresa Brasileira era assim conseguir controlar a Cimpor, obtendo mais de 50% das acções, para a operação ser bem sucedida. Com este anúncio as acções da empresa dispararam mais de 20%, para negociar acima dos 6,30€.
As reacções da Cimpor não foram boas, considerando a proposta como "hostil e perturbadora da actividade da empresa", desaconselhando assim os investidores a não venderem os seus títulos.

Depois surgiu o interesse da empresa Camargo Correia numa fusão com a Cimpor. Esta empresa, que opera também no sector da construção e cimentos no Brasil, ao contrário da CSN não queria o controlo da maioria do capital, mas sim deter entre 15% a 25% das acções da empresa. Para cativar os accionistas, a Camargo Correia anunciou um dividendo extraordinário distribuído aos accionistas, no valor de 350 milhões de euros.

A última empresa a entrar nesta corrida pela Cimpor é a Votorantim, empresa também do sector dos cimentos, da celulose e papel, que opera predominantemente no Brasil. Esta empresa poderá a estudar a Cimpor já à alguns meses, como informam alguns meios de comunicação social, apesar de ainda não ter tomado nenhuma posição oficial.

A proposta lançada pela CSN não parece ser do agrado da administração da Cimpor, mas a fusão da Camargo já não foi alvo de duras criticas, tal como tinha sido a primeira. Para combater a proposta da Camargo, a CSN necessita de subir em 50% o preço oferecido, o que segundo muitos analistas é pouco provável, mas a CMVM também obrigou a Camargo a lançar uma OPA sobre a Cimpor, deixando assim a luta ainda mais acesa.
Ambas as ofertas publicas de aquisição terão de enfrentar a forte oposição não só por parte da administração da Cimpor, como também do estado Português, que não quer deixar sair a empresa do pais, utilizando para isso o seu direito de voto sobre os 9,5% do capital social da empresa, que detêm.

As acções da Cimpor, depois da forte subida que as colocou acima dos 6,30€ no dia 18 de Dezembro, têm-se mantido a negociar entre os 6,35€ e os 6,55€, com volumes de negociação acima da média dos últimos meses. Nem mesmo o interesse de novas empresa no capital da Cimpor mexeu com o título, apesar de nas últimas sessões a prestação das acções da empresa ter sido superior à prestação da bolsa nacional.

Nestas alturas a análise técnica, com vista à negociação no curto-prazo, poderá perder um pouco a sua capacidade de analisar o mercado devido à grande influencia que as noticias que irão surgir sobre este assunto, nos próximos dias, apresentam sobre os investidores, sendo elas o motor dos movimentos dos títulos da empresa.