quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Venda EDP Renováveis

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As acções da EDP Renováveis, que estavam na posse da carteira BolsaLisboa, foram vendidas hoje durante a sessão, pela activação de um stop-loss nos 6,55€. A acção quebrou o seu suporte nos 6,69€, durante a sessão de hoje, com uma forte descida e um elevado volume de negociação. Este foi o título que teve o pior desempenho no dia de hoje, numa sessão marcada pelas fortes quedas.
O negócio foi fechado com uma desvalorização de 5,33% e uma perda para a carteira do blog de 158,67€.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cimpor a Ferver

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Nestas últimas semanas a Cimpor tem sido alvo de vários interesses por parte de empresas Brasileiras.
Tudo começou com a OPA lançada pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) a todo o capital da Cimpor, a um preço por acção de 5,75€. O objectivo da empresa Brasileira era assim conseguir controlar a Cimpor, obtendo mais de 50% das acções, para a operação ser bem sucedida. Com este anúncio as acções da empresa dispararam mais de 20%, para negociar acima dos 6,30€.
As reacções da Cimpor não foram boas, considerando a proposta como "hostil e perturbadora da actividade da empresa", desaconselhando assim os investidores a não venderem os seus títulos.

Depois surgiu o interesse da empresa Camargo Correia numa fusão com a Cimpor. Esta empresa, que opera também no sector da construção e cimentos no Brasil, ao contrário da CSN não queria o controlo da maioria do capital, mas sim deter entre 15% a 25% das acções da empresa. Para cativar os accionistas, a Camargo Correia anunciou um dividendo extraordinário distribuído aos accionistas, no valor de 350 milhões de euros.

A última empresa a entrar nesta corrida pela Cimpor é a Votorantim, empresa também do sector dos cimentos, da celulose e papel, que opera predominantemente no Brasil. Esta empresa poderá a estudar a Cimpor já à alguns meses, como informam alguns meios de comunicação social, apesar de ainda não ter tomado nenhuma posição oficial.

A proposta lançada pela CSN não parece ser do agrado da administração da Cimpor, mas a fusão da Camargo já não foi alvo de duras criticas, tal como tinha sido a primeira. Para combater a proposta da Camargo, a CSN necessita de subir em 50% o preço oferecido, o que segundo muitos analistas é pouco provável, mas a CMVM também obrigou a Camargo a lançar uma OPA sobre a Cimpor, deixando assim a luta ainda mais acesa.
Ambas as ofertas publicas de aquisição terão de enfrentar a forte oposição não só por parte da administração da Cimpor, como também do estado Português, que não quer deixar sair a empresa do pais, utilizando para isso o seu direito de voto sobre os 9,5% do capital social da empresa, que detêm.

As acções da Cimpor, depois da forte subida que as colocou acima dos 6,30€ no dia 18 de Dezembro, têm-se mantido a negociar entre os 6,35€ e os 6,55€, com volumes de negociação acima da média dos últimos meses. Nem mesmo o interesse de novas empresa no capital da Cimpor mexeu com o título, apesar de nas últimas sessões a prestação das acções da empresa ter sido superior à prestação da bolsa nacional.

Nestas alturas a análise técnica, com vista à negociação no curto-prazo, poderá perder um pouco a sua capacidade de analisar o mercado devido à grande influencia que as noticias que irão surgir sobre este assunto, nos próximos dias, apresentam sobre os investidores, sendo elas o motor dos movimentos dos títulos da empresa.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Queda Superior a 2% na Bolsa Nacional

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Hoje a bolsa nacional abriu a sessão a ganhar mas ao longo do dia e com a ajuda do sentimento nos mercados internacionais, foi caindo até registar o mínimo no fecho da sessão. O Psi-20 caiu 2,33% e o Psi Geral caiu 1,96%, com a Cimpor e o BCP a serem as cotadas em destaque pela positiva e negativa, respectivamente com variações de +0,17% e -4,58%.

O principal índice da bolsa nacional reagiu à aproximação aos 8900 pontos, com 4 sessões negativas durante a semana e uma perda durante a mesma superior a 3%. Os fortes volumes de negociação nas últimas duas sessões, ambas negativas, e a pressão vendedora do final da sessão de hoje, deixam antever um início da próxima semana negativo, faltando assim saber quando será que o Psi-20 inverte este, até agora, pequeno movimento.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Psi-20 em Máximos

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As últimas sessões na bolsa nacional foram de ganhos, como os investidores já não viam à mais de 2 meses nestas bandas. Desde o dia 10 de Dezembro, coincidente com o ultimo mínimo relativo do Psi-20, a bolsa nacional já valorizou 10%, chegando agora ao máximo atingido em Outubro, durante o movimento ascendente.
O movimento ascendente de curto prazo abrandou com a sessão de ontem negativa e a abertura de hoje também com quedas. A chegada a uma zona de resistência nos 8900 pontos, que coincide com o máximo relativo feito em Outubro passado, poderá ser a explicação para este abrandamento.

Se o Psi-20 conseguir ultrapassar esta zona nos 8900 pontos, irá começar a negociar em máximos desde o início do movimento ascendente que colocou um travão nas longas quedas a que os mercados estiveram sujeitos entre 2007 e 2009. Uma quebra da zona de resistência levará assim o Psi-20 a negociar acima dos 10000 pontos no curto-prazo.
Se os 8900 pontos continuarem a desempenhar a sua função de zona de resistência, o Psi-20 poderá ter uma correcção no curto-prazo, para depois voltar a desafiar esta zona e tentar ultrapassa-la, ou poderá mesmo iniciar um movimento de lateralização, que aliás pode já ter começado, colocando o índice a negociar entre os 8000 e os 9000 pontos.

Apesar de poder vir aí uma possível correcção, isso não é um sinal de alarme para sair do mercado mas sim o marcar de uma possível zona para novas entradas. É necessário contudo ter prudência nos negócios efectuados e definir bem uma estratégia de negociação, de forma a não ser apanhado de surpresa caso a correcção seja mais prolongada ou se inicie um movimento lateral.
Se a resistência for quebrada em alta, será dado um sinal para novas entradas no mercado.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Compra Altri

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Por motivos técnicos, apenas é possível comunicar agora a compra de 300 acções da Altri durante a sessão de hoje, para a carteira BolsaLisboa. As acções foram adquiridas ao preço unitário de 4,325€, apesar de no dia de hoje terem encerrado a sessão a 4,30€.
Esta compra foi feita depois da cotação da empresa ter ultrapassado a resistência na zona dos 4,20€, com elevados volumes de negociação, dando assim boas perspectivas para o movimento. A sessão de hoje, a primeira totalmente acima da zona de resistência, não foi satisfatória, onde a queda no final da sessão poderá indicar uma quebra de "momentum" do movimento. Ainda assim a estratégia será para cumprir.
O alvo deste negócio não é rígido, isto é a venda, em condições idealizadas, será realizada sempre acima dos 4,90€, mas o valor ideal deverá estar mais próximo de uma ténue zona de resistência nos 5,50€. Dependendo das condições de mercado entre os 4,90€ e os 5,50€, será decidido o momento da venda.
O "stop-loss" foi colocado nos 4,06€.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

21º Mês da Carteira BolsaLisboa

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Este foi um mês marcado por novas compras por parte da carteira do blog. Foram adquiridos títulos da EDP Renováveis e da Galp Energia, como já foi referido nos posts das suas compras.
Devido às entradas serem tardias, face às valorizações ocorridas na bolsa nacional, a carteira do blog neste 21º mês apenas valorizou 0,39% face a uma valorização superior a 6% por parte do Psi-20. Os dois activos que constituem a carteira estão positivos e serão para manter até os que os sinais indicados nos seus "posts de compra" surjam.

Para não deixar fugir as valorizações da bolsa nacional, a carteira BolsaLisboa no futuro terá mais actividade, com uma maior ocupação do seu capital nas acções nacionais, de forma a manter mais actividade e aumentar o número de negócios.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Compra Galp

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A carteira foi reforçada com a compra de 250 títulos da Galp Energia, ao preço unitário de 12,645€. Esta compra surge numa altura em que muitos rumores correm na empresa, com a possibilidade de compra por parte da Galp dos activos da Shell em África e também o interesse por parte da Petrobras na participação da ENI no capital da Galp.
Também o ultrapassar de uma ténue zona de resistência, nos 12,60€, coincidente com os máximos relativos de Outubro e Novembro passado, foi mais um sinal para a compra dos títulos da empresa.

O objectivo do negocio será chegar à zona de resistência nos 13,50€, nas próximas semanas. O "stop-loss" foi colocado nos 12,30€.

Martifer com Expansão nas Renováveis

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A Martifer foi criada em 1990, com a construção metálica a ser a sua principal e única actividade. Depois de se tornar líder nacional nesse sector, em 2004 a empresa desenvolve a área de equipamentos para energia e fazendo cumprir o forte plano de expansão nesse novo sector, em 2007 efectuou uma OPA bem sucedida à Repower Systems, um dos maiores produtores mundiais de aerogeradores. Não é só na energia eólica que a empresa tem apostado mas também no solar, hídrica e maremotriz, com a Martifer Renewables.

A Martifer tem sido notícia nacional devido sobretudo à grande expansão na área das energia renováveis e não pela expansão ou obras efectuadas no sector da construção metálica.
Dentro destas noticias está a instalação de dois parques fotovoltaicos em Cabo Verde, com potencia instalada de 7,5 MegaWatts, que irá começar a funcionar ainda este ano. Este parque deverá produzir 4% da electricidade consumida no arquipélago
Também o ganho de projectos para energia eólica no Brasil, com potência instalada de 217,8 MegaWatts, foi uma boa noticia para esta empresa sediada em Oliveira de Frades, estando a finalização da sua construção prevista para 2012.

Nos primeiros 9 meses de 2009, os resultados da Martifer não foram satisfatórios. A empresa apresentou uma diminuição de lucros de 15%, face ao mesmo período do ano anterior, apesar de ter obtido um encaixe financeiro superior a 200 milhões de euros, da venda da sua participação na Repower.
A quebra de resultados registou-se nos dois grandes sectores a que a empresa se dedica, construção metálica e energias renováveis. Com este resultados a empresa admite diminuir o seu interesse na área de agricultura e combustíveis, colocando este sector como "sector operacional para venda".

A Martifer registou no inicio deste ano duas fortes sessões de ganhos na sua cotação em bolsa. A cotação da empresa chegou assim rapidamente aos 3,63€, registando uma subida superior a 8%, mas mesmo assim ainda a negociar em valores ligeiramente inferiores aos negociados no inicio do passado ano de 2009.
A empresa neste momento apresenta uma tendência de curto/médio prazo lateral, com a cotação a negociar em torno dos 3,50€ desde Maio de 2009, apresentando apenas uma subida curta acima dos 4€, para depois voltar à anterior zona de negociação. Por este motivo e por nunca ter tido na sua história, desde que entrou na bolsa nacional, um movimento de subida consistente e com um prazo mais alargado, a Martifer torna-se um titulo desinteressante do ponto de vista do investidor.
De relembrar que a empresa começou a cotar em bolsa nos 12€, em Junho de 2007 e actualmente transacciona nos 3,63€, não muito longe do seu mínimo absoluto de 2,53€.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Compra EDP Renováveis

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A carteira BolsaLisboa voltou às compras, adquirindo 430 títulos da EDP Renováveis, ao preço unitário de 6,919€.
Esta compra surgiu com um movimento altista do marcado nacional e um inicio de subida por parte dos títulos da EDPr, que coincidiu com a quebra da resistência na zona dos 6,75€. O objectivo do negocio será chegar à zona dos anteriores máximos relativos, feitos entre Maio e Setembro de 2009, para depois proceder à venda. O "stop-loss" encontra-se abaixo da zona de negociação dos últimos dias, nos 6,55€.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Melhores de 2009

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Agora que acabou o ano de 2009, está na altura de fazer um balanço de quais foram as empresa com melhor comportamento na bolsa nacional.
Dentro do Psi-20, a empresa que obteve a maior valorização foi a Sonae, obter quase os 3 dígitos de valorização, 98,2%. Nos restantes lugares cimeiros ficaram a Sonaecom, a Altri, a Cimpor e a Teixeira Duarte, respectivamente com 92,2%, 90,9%, 84,7% e 74,3%.
No outro lado, as empresa que obteram as piores prestações do ano foram o BES, o BCP, a REN, a ZON e a EDP, respectivamente com valorizações de 2,3%, 3,8%, 8,7%, 14,3% e 16,8%.
É de realçar contudo a subida de todas as acções cotadas no Psi-20 durante o ano de 2009, revelando assim que este índice pode ser um bom local de investimento para os investidores de médio/longo prazo e principalmente os iniciantes nestas andanças.
Se recuperarmos alguns tópicos atrás, é possível verificar que muitas das acções que mais subiram foram também das que mais desceram entre os anos de 2007 e 2009 e as que menos subiram também foram das que menos desceram nesse período de quedas dos mercados mundiais.

No que toca às acções com maior volume de negociação, em primeiro lugar surge destacado o BCP com mais de 16 milhões de acções diárias, seguido da Sonae e da EDP, respectivamente com 7,7 milhões e 6,8 milhões.
As acções com menor volume de negociação foram a REN, a Altri e a Sonaecom, todas com volumes médio diários inferiores a 500 mil acções.

Convertendo o volume de negociação em dinheiro transaccionado em cada título, a acção que fez movimentar mais dinheiro foi a PT, com mais de 23 milhões de euros médio diários. De seguida vem a EDP e a Galp, ambas com negociações diárias num valor superior a 15 milhões de euros.
Os títulos que tiveram menos de 1 milhão de euros médios negociados diariamente foram a Teixeira Duarte, a Sonaecom, a REN e a Portucel. Assim a Texeira Duarte, com cerca de 500 mil euros negociados diariamente, dará lugar à Inapa no Psi-20.