sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Entradas no Psi-20

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A luta está acesa para saber qual a empresa que terá os seus títulos na composição do principal índice da bolsa nacional. A próxima revisão do índice será no ano de 2010, podendo o Psi-20 ficar com a composição actual ou ocorrer entradas por parte de empresas que compõem neste momento o Psi Geral.
As "regras" para entradas e saídas do Psi-20, segundo o Diário Económico são:
  • Para determinar se uma empresa entra ou sai do índice nas revisões ordinárias, a Comissão Gestora vai utilizar como principal critério o "ranking" das cotadas em função da liquidez média diária dos últimos 12 meses.
  • Uma empresa que já faz parte do Psi-20 pode sair do cabaz se ficar abaixo da posição 22 do "ranking". Também poderá sair se ficar nas posições 21 ou 22, para dar lugar a uma outra cotada que não faz parte do índice e tenha ficado na posição 18 ou acima.
  • Uma cotada entra no índice se ficar colocada na posição 18 do "ranking" da liquidez, ou numa posição acima. Também pode entrar se tiver nas posições 19 ou 20 e for chamada a substituir uma cotada que tenha ficado na posição 22 ou abaixo.
A Soares da Costa e a Inapa são as principais candidatas a entrar no índice, com a liquidez média diária de cada uma a estar bastante próxima. Ambas no último mês apresentaram mais de 1 milhão de euros negociados por dia nos seus títulos, mais do que algumas cotadas que integram o Psi-20, como a REN ou a Sonaecom.
Nos lugares imediatamente a seguir, para a subida ao Psi-20, estão o Espírito Santo Financial Group, o Banif e a Glintt.

Uma subida ao Psi-20 é bom para qualquer uma das empresas, melhorando assim a sua visibilidade no mercado nacional e como consequência um aumento do número de investidores no titulo provocando mais liquidez.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

18º Mês da Carteira BolsaLisboa

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Este foi um mês em que a carteira do blog aproveitou as subidas da bolsa nacional para fazer algumas entradas longas em títulos do Psi-20. Foram compradas acções de 6 empresas nacionais e vendidas acções de 2 dessas mesmas empresas. No total a carteira BolsaLisboa acumulou um ganho de 5,28% e um aumento de 623,5€ no seu capital.
Durante o mesmo período o Psi-20 valorizou 10,25% e o Psi-Geral 8,36%, acompanhando assim os mercados internacionais.
A carteira neste momento possui títulos do BPI, Jerónimo Martins, Galp e EDP Renováveis.



Movimentos da Carteira BolsaLisboa

Calendário de Apresentação de Resultados do 3ºTrimestre

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Coloco em seguida o dia de apresentação de resultados, referentes ao 3º trimestre do ano, para algumas empresas da bolsa nacional:

BPI - 22 de Outubro
Impresa - 27 de Outubro
Portucel - 27 de Outubro
Semapa - 27 de Outubro
REN - 28 de Outubro
EDPr - 28 de Outubro
BES - 29 de Outubro
Jerónimo Martins - 29 de Outubro
Brisa - 29 de Outubro
EDP - 29 de Outubro
Sonaecom - 2 de Novembro
Novabase - 5 de Novembro
Sonae Indústria - 5 de Novembro
ZON - 6 de Novembro
BCP - 11 de Novembro
Galp - 11 de Novembro
Sonae Capital - 11 de Novembro
Sonae - 12 de Novembro
Ibersol - 13 de Novembro
Soares da Costa - 16 de Novembro
PT - 17 de Novembro
Martifer - 19 de Novembro
Mota-Engil - 20 de Novembro
Altri - 25 de Novembro
Cimpor - 25 de Novembro
Cofina - 26 de Novembro

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Venda Teixeira Duarte

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As acções adquiridas no inicio da semana da Teixeira Duarte foram vendidas na sessão de hoje pela activação do "stop-loss" colocado no 1,084€. Os títulos foram vendidos com uma desvalorização de 2,52% face ao preço de compra, representando uma perda de 28€ no capital da carteira.
Devido à falta de um movimento que torna-se válida a quebra da resistência na zona do 1,101€, o "stop-loss" foi colocado bastante próximo desta, fazendo com que as flutuações da cotação durante a sessão pudessem activá-lo. Hoje apesar do "stop" ter sido activado e as acções da construtora terem chegado a negociar no 1,05€, a maioria da negociação ocorreu a valores superiores a 1,10€, fechando o dia nos 1,095€.

Quando não existem indicações da tendência de curto/médio prazo que o título poderá levar, a melhor opção é estar de fora a assistir.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Inapa muito negociada

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As acções da Inapa despertaram a atenção dos investidores desde o mês de Abril. O volume de negócios aumentou de uma média inferior a 300 mil acções por dia, para uma média superior a 2 milhões de acções por dia, trazendo assim novos investidores à Inapa colocando-a na "boca" do mercado.
Este aumento da negociação nas acções da Inapa surgiu após uma forte subida da sua cotação, depois de um ano de quedas, com os títulos a caírem mais de 60%. A queda parece ser grande mas a subida que lhe sucedeu ainda é maior, com uma valorização superior a 100% entre o mês de Abril e a sessão de hoje, estando a cotar nos 0,70€, um valor muito superior ao mínimo de Março de 0,26€.

Uma zona de resistência nos 0,70€ parece estar a abrandar o movimento de alta dos títulos da Inapa, que neste momento formam uma figura da análise técnica designada de triângulo ascendente. Esta figura é típica de movimentos de subida, fazendo com que uma quebra em alta da zona dos 0,70€ possa estar iminente.
Se a cotação do título ultrapassar consistentemente a barreira dos 0,70€, a próxima zona de resistência será entre os 0,95€ e o 1€.
Neste momento as acções da Inapa encontram-se num movimento de subida em todos os prazos e não existem sinais de uma inversão de tendência em qualquer horizonte temporal.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Compra Teixeira Duarte

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A carteira BolsaLisboa adquiriu 1000 títulos da construtora Teixeira Duarte ao preço unitário de 1,112€. Esta compra vem depois de uma quebra em alta da resistência na zona dos 1,101€, na sessão do dia 24 de Setembro, que no dia seguinte colocou algumas dúvidas sobre a validade do movimento, mas com a abertura da sessão de hoje em alta a acção parece ter força para fazer uma boa semana de ganhos.
O "stop-loss" foi colocado a 1,084€, um pouco abaixo da zona de resistência ultrapassada e bastante próximo do ponto de entrada no titulo. Este "stop" apertado faz com que as perdas sejam minimizadas caso o cenário de regresso à zona de negociação, entre Maio e Setembro, aconteça.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Galp diminui dividendo

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A Galp diminuiu o seu dividendo intercalar em mais de 50%, para os 0,06€ por acção. Esta descida está em linha com a estratégia de financiamento da empresa, que anunciou um corte nos investimentos e dividendos até 2013.
Assim os accionistas vão receber na sua conta 0,048€ líquidos por acção em vez dos 0,1197€ distribuídos no ano passado. No dia 19 de Outubro a acção inicia a sessão a negociar sem direito ao dividendo, descontando assim os 0,06€ na cotação do título e no dia 22 de Outubro esse dividendo será distribuído aos accionistas.

Influência das Legislativas na Bolsa Nacional

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Já falta pouco para serem conhecidos os resultados das eleições legislativas que têm marcado os últimos dias da imprensa escrita e televisão em Portugal. As mais recentes sondagens dão uma vitoria para o Partido Socialista com mais 8% dos votos que o Partido Social Democrata. O Bloco de Esquerda é o terceiro partido mais votado seguido do Partido Popular e da Coligação Democrática Unitária, totalizando 24,4% dos votos.

Se o Partido Socialista ganhar as eleições, tal como as sondagens indicam, as alterações na bolsa nacional serão mínimas porque as politicas que têm sido seguidas até aqui irão continuar e não haverá novas implicações significativas nas empresas e no mercado em geral. Mas se este cenário se concretizar não irá haver maioria absoluta para governar e ficam assim abertos cenários de coligações pós eleitorais. O cenário mais provável será um novo governo sem maioria e o Partido Socialista governar sozinho, mas no caso de ocorrer uma coligação o Bloco de Esquerda ganha vantagem na união com José Sócrates.
Mesmo que a coligação aconteça, poucas serão as medidas defendidas pelo Bloco que serão postas em prática, o que poderá inviabilizar as propostas de nacionalizações de Francisco Louçã. Esta proposta, no caso de a coligação se concretizar, poderá provocar insegurança nos investidores em relação aos títulos da EDP e Galp, sofrendo assim algumas agitações ou mesmo uma queda no curto-prazo.

Se as sondagens estiverem erradas e o Partido Social Democrata vencer as eleições do próximo Domingo e não conseguir a maioria absoluta, uma coligação com o Partido Popular de Paulo Portas é o cenário admitido pelos líderes.
Manuela Ferreira Leite já admitiu suspender todos os projectos de grandes obras públicas como é o caso do novo Aeroporto de Alcochete, as novas concessões de auto-estradas e o polémico TGV. Estas medidas terão um grande impacto nas empresas de construção e nomeadamente na Mota-Engil, Soares da Costa e Teixeira Duarte que estão cotadas na bolsa nacional. Se este cenário acontecer poderá ocorrer uma forte pressão vendedora destes títulos nas sessões seguintes ao dia 27 de Setembro, provocando assim a sua queda no curto-prazo.

Qualquer que seja o resultado destas eleições, eles só se iram sentir na Bolsa Nacional durante poucas sessões e de uma forma segmentada, em alguns títulos de um sector específico no curto-prazo. A nossa pequena bolsa irá continuar a acompanhar os mercados internacionais no médio e longo prazo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Venda Semapa

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A carteira BolsaLisboa vendeu as acções que detinha da Semapa, durante o início da sessão de hoje, ao preço unitário de 7,91€. Esta venda ocorreu depois de uma forte subida das acções da empresa em poucas sessões, com a sessão de ontem a revelar alguma fraqueza no títulos, deixando assim no ar uma possível correcção no curto-prazo.
Este negócio foi concluído com uma valorização de 8,19%.

Movimentos da Carteira BolsaLisboa

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Jeronimo Martins com 3 sessões negativas

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A Jerónimo Martins não entrou com o pé direito nesta semana de Setembro. Desde o seu inicio que os títulos da empresa liderada por Soares dos Santos já perderam mais de 6%, contra uma ligeira queda de 0,4% por parte do Psi-20, sendo mesmo dos mais fustigados da bolsa nacional.

Os investidores tendem a esquecer os ganhos dos títulos, para pensar apenas nas perdas e na presente sessão de negociação, deixando de lado uma valorização de quase 100% que as acções da Jerónimo Martins obtiveram desde o mês de Fevereiro do presente ano. Assim uma correcção é um fenómeno normal à qual as acções da empresa poderiam estar sujeitos, tal como está a acontecer. A chegada da cotação aos máximos do ano de 2008, veio dar a "ignição" para o inicio deste movimento de correcção, formando assim uma resistência na zona dos 6,41€.

A carteira BolsaLisboa possui acções da Jerónimo Martins. Estes títulos não foram vendido
s a quando da chegada ao máximo de 2008, devido a um excesso de optimismo quanto ao andamento das cotações, esperando assim novos máximos dos últimos dois anos, o que não veio a acontecer. Agora só resta esperar por uma reacção positiva da cotação ao suporte na zona dos 5,76€, acima do "stop-loss" colocado nos 5,72€.