quarta-feira, 20 de maio de 2009

Compra EDP

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A carteira BolsaLisboa foi às compras e adquiriu 1000 acções da EDP ao preço unitário de 2,893€.
Pode parecer estranho ter sido vendido um lote de acções da EDP à poucos dias atrás, que fazia parte da carteira do blog, e neste momento estar a comprar novamente. A venda realizada foi feita com a activação de um "stop-loss" num movimento mais acentuado de queda, o que não quer dizer que a tendência de curto-prazo do título se tenha alterado, ou que a confiança no mesmo se tenha perdido.
O objectivo do negocio será a zona dos 3,20€, que corresponde aos mínimos de uma zona de negociação dos títulos à um ano atrás.

domingo, 17 de maio de 2009

Acontecimentos da Próxima Semana

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A próxima semana vai ser marcada essencialmente pela entrada em "ex-dividendo" de algumas cotadas na bolsa nacional.
Na terça-feira é a Ibersol a entrar em "ex-dividendo" de 0,055€; na quarta-feira serão as acções da Galp a perder o direito ao dividendo de 0,17035€; na sexta-feira é a Soares da Costa e a Zon Multimédia que irão descontar na sua cotação os seus dividendos respectivamente de 0,031€ e 0,16€.
A Sonae SGPS irá apresentar os seus resultados, referentes ao primeiro trimestre do ano, na quarta-feira dia 20. Os analistas estimam que a empresa apresente prejuízos nas suas contas superiores a 20 milhões de euros, resultado principalmente da actividade da Sonae Sierra. Apesar disto as recomendações dos analistas continuam a ser de "compra".

quinta-feira, 14 de maio de 2009

BCP com resultados "fracos"?

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O BCP apresentou na passada segunda-feira os seus resultados referentes ao primeiro trimestre do ano. As primeiras notícias após o anuncio informavam de um aumento nos lucros de 625%, acima das expectativas dos analistas, mas no dia seguinte à apresentação, quando a cotação do banco deslizou quase 9%, as notícias inverteram e já davam os lucros do BCP como de fraca qualidade devido à baixa margem financeira e à subida das provisões de crédito.
A verdade é que o mercado já aguardava resultados positivos do banco, e os investidores foram reforçando as suas posições com esse pensamento. Após o anúncio, e confirmação do esperado, a razão pela qual se comprou as acções do BCP já ocorreu, e a sua venda será a melhor opção, tendo desencadeado uma queda de mais de 13%, no dois dias seguintes.

As cotações do BCP estavam em claro movimento de subida, com mais de 20% de valorização em cerca de duas semanas. Devido à força do movimento, era normal que surgisse uma pequena correcção, para dar um novo fôlego e conseguir obter novos compradores para sustentar o movimento de subida no curto-prazo.

Os indicadores do banco ainda não estão claros, e muitos analistas acreditam que este vai ser obrigado a um novo aumento de capital, principalmente depois de serem conhecidos os resultados do stress test que Bruxelas pediu aos Bancos Europeus. A nível fundamental o Banco apresenta-se uma incógnita, com as opiniões dos especialistas a serem divergentes.

Tecnicamente o movimento de descida acentuada, e com forte volume, efectuado após o anúncio dos resultados, também era esperado, devido à aproximação da zona de resistência nos 0,87€. A quebra desta resistência dará um novo animo às cotações do banco, com a possibilidade de inversão da tendência de médio-prazo de descida para subida.
As cotações do BCP poderão ainda ter espaço para fazer um novo teste à resistência dos 0,87€ nos próximos dias, mas se isso não acontecer, e a cotação fechar abaixo do último mínimo relativo nos 0,69€, então um teste aos mínimos poderá ser feito.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Venda BCP e EDP

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As acções da EDP e BCP, que faziam parte da carteira BolsaLisboa, foram vendidas durante a sessão de hoje.
As acções da EDP foram vendidas por ter sido activado o "stop-loss" colocado nos 0,80€, um pouco abaixo do suporte da zona dos 0,81€. Apesar da EDP ter distribuído o seu dividendo no dia de ontem, e a cotação ter descontado o mesmo, os suportes e resistências da analise técnica não são alterados. Este negocio resultou numa mais-valia de 3,5%, considerando o efeito conjunto da acção e do dividendo.
As acções do BCP também foram vendidas com a activação de um "stop-loss" nos 0,80€. Este stop foi colocado apenas para proteger o ganhos obtidos com a forte valorização do BCP na última semana. Este dois negócios, compra inicial e reforço posterior, resultaram numa mais-valia de 9,77%.

domingo, 10 de maio de 2009

Acontecimentos da Próxima Semana

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Amanhã, segunda-feira o BCP vai apresentar os seus resultados relativos ao primeiro trimestre de 2009, após o fecho da sessão, com os analistas a preverem um aumento nos lucros relativamente ao período homólogo do ano passado e relativamente ao último trimestre de 2008. Nesse mesmo dia a EDP irá abrir a sessão a descontar o seu dividendo de 0,14€, empurrando o Psi-20 para terreno negativo.
Na terça-feira é a vez da Mota-Engil descontar o seu dividendo de 0,11€ na sua cotação, perdendo assim o direito ao mesmo.
Na quarta-feira anuncia os resultados referentes ao primeiro trimestre do ano a Galp Energia, na quinta-feira é a vez da Portugal Telecom e na sexta-feira será a Mota-Engil. Os analistas estão pessimistas quanto aos lucros da Galp, prevendo uma queda superior a 60% face ao mesmo período de 2008. Uma quebra nos lucros de 15%, também são as previsões dos analistas para os resultados a anunciar da PT.

13º Mês da Carteira BolsaLisboa

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No passado mês a carteira do blog conseguiu obter uma valorização de 10,01%, que apesar de ser bastante boa ficou abaixo da valorização do Psi-20 e do Psi Geral no mesmo período, que foram respectivamente de 14,32% e 15,56%. Esta diferença nos ganhos deveu-se sobretudo à não aplicação da totalidade do capital da carteira em acções, receando novas quedas na bolsa nacional.
Neste momento a carteira BolsaLisboa possui acções da Galp, BCP e EDP.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mercado muito quente

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Estes últimos dias têm sido uma verdadeira loucura na bolsa nacional. Um forte arranque das cotações já levou a subidas estonteantes, com valorizações de dois dígitos na maioria das cotadas nacionais, ou até mesmo de três dígitos! Este movimento tem dado muitas alegrias aos investidores, que já estavam cansados dos movimentos negativos dos mercados, e esperavam por sinais claros de subida, como os que foram apresentados nas últimas semanas.

O Psi-20 começou a sua subida no dia 10 de Março, fazendo sucessivos topos e fundos cada vez mais altos, dando claros sinais de subida no curto-prazo.
O forte pessimismo que se vivia nos mercados financeiros no inicio desta subida, onde muito poucos acreditavam que as cotações poderiam subir o que subiram, levou a este movimento tão súbito e forte. Os níveis de pessimismo estavam em máximos, dando um sinal de que a pressão vendedora poderia estar esgotada, caminhando para uma nova tendência de curto-prazo.

Esta subida não teve qualquer fundamentação em dados económicos e financeiros das empresas, porque os resultados apresentados do primeiro trimestre não estão significativamente diferentes do esperado, nem tão pouco na economia global. Este movimento, tal como todos os outros, foi apenas desencadeado pelo funcionamento do mercado, isto é da combinação entre a procura e oferta, e do sentimento dos investidores.
Se recuarmos nas cotações do principal índice da bolsa nacional, temos ir até ao ano 2000 para encontrarmos uma subida semelhante à que atravessamos, tanto em intensidade como em duração. Essa subida no ano de 2000 foi a ultima subida antes dos mercados começarem uma fase descendente até ao ano de 2003, provocada por uma bolha nas empresas tecnológicas. Não quero com isto dizer que o vem ai são fortes descidas e que este movimento está prestes a acabar, mas movimentos assim como o apresentado são típicos de fases descendentes dos mercados, funcionando para dar fôlego para a continuação da tendência principal de descida.

Neste momento o Psi-20 aproxima-se duma zona de instabilidade, com o aproximar da resistência horizontal na zona dos 7800 pontos. Os indicadores estão muito "esticados", as subidas tem sido muito fortes, e os investidores estão de pé atrás quanto à direcção a seguir, querendo apenas segurar as mais valias obtidas. Por isso é que o mínimo sinal de fim do movimento poderá ditar outro forte movimento mas na direcção oposta, com uma corrida às vendas para garantir os lucros.
Nesta altura a melhor opção será colocar "stops" apertados, ou até mesmo "trailing stops" que vão subindo à medida que a cotação sobe. Outra opção será uma mudança dos activos em carteira, trocando os títulos com mais risco e mais volatilidade por outros com menos risco e menor oscilação das suas cotações. Aconselho alguma atenção aos movimentos dos próximos dias.

Sonae Indústria sem dividendos nos próximos anos

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A Sonae Indústria apresentou no dia de ontem os seus resultados relativos ao primeiro semestre do ano. O resultado foi um prejuízo de 40 milhões de euros, tal como esperavam os analistas, e que levou à descida dos preços alvo atribuídos pelos mesmos.
O EBITDA teve uma queda acentuada de 96% para os 4 milhões de euros, resultado também de uma queda de 30% no volume de negócios.
Carlos Bianchi de Aguiar, anunciou que durante os próximos anos a empresa não irá distribuir dividendos, para conseguir diminuir a grande divida que possui. Esta é uma medida que defendo para a maioria das empresas nacionais, como já expliquei.

Actualizações na Carteira BolsaLisboa

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Hoje durante o inicio da sessão foram feitas algumas compras e vendas de acções na carteira BolsaLisboa.
As acções da EDP Renováveis que estavam em carteira, foram vendidas ao preço unitário de 7,15€, resultando numa mais valia de 420€, correspondente a uma valorização de 17,21%. Esta venda foi feita após a aproximação a uma zona de resistência nos 7,20€, que poderá abrandar as subidas neste título.
Com as cotações do BCP a ultrapassar o último máximo relativo, feito na semana passada, a carteira reforçou a posição no banco, com a compra de mais 2000 acções ao preço unitário de 0,781€. Neste momento a carteira BolsaLisboa possui 6000 acções do BCP.
Para diminuir um pouco o nível de risco da carteira no caso de ocorrer uma descida súbita nos mercados, foram adquiridas 1000 acções da EDP ao preço unitário de 2,84€.

Movimentos da Carteira BolsaLisboa

quarta-feira, 6 de maio de 2009

EDP Renováveis lucra mais 87%

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A EDP Renováveis terminou o primeiro trimestre de 2009 com lucros de 50 milhões de euros. Este resultado representa um aumento de 87% face ao período homólogo do ano de 2008, ficando ligeiramente acima das previsões dos analistas.
Esta subida nos resultados pode ser explicada pelo aumento do EBITDA em 23%.
A capacidade instalada da empresa também aumentou 40% atingindo agora 5165 megawatts, com a produção eólica a registar 2837 megawatts.